Homofobia – Preconceito ou guerra ideológica?

Hoje um dos assuntos mais debatidos na mídia é a tal da homofobia (ao lado do espiritismo, islamismo, ateísmo, comunismo e etc.), De um lado temos os militantes LGBT tentando a todo custo criminalizar a tal prática, assim como tentam a todo custo enquadrar como homofóbicos todo e qualquer indivíduo que discorde de qualquer item de sua agenda de dominação da sociedade, é algo do tipo, nós vamos dominar o mundo e quem for contra é preconceituoso, parece ridículo, mas eles pensam assim.

Por outro lado, existe um movimento de resistência, formado por pessoas de bem que já se cansaram de ter que todos os dias chamar suas crianças para conversar e desfazer toda a doutrinação feita pelos professores na escola, para essas pessoas, homofobia não existe, é só um pretexto para chamar qualquer opositor da agenda gayzista de preconceituoso, mas a final de contas, homofobia existe?

Para se obter essa resposta, temos que examinar o que dizem ser a tal da homofobia, segundo os dicionários do mundo todo, homofobia é o medo exagerado de homossexuais, medo ao ponto de ferir o homossexual fisicamente, pelo menos essa é a tipificação do dicionário, atualmente os militantes gayzistas chamam de homofóbico a qualquer pessoa que ouse discordar de qualquer item da agenda gayzista, ou até mesmo discordar da opinião pessoal de um homossexual qualquer.

Desprezando a opinião dos militantes gayzistas, vamos nos ater à definição do dicionário, sabemos que existem inúmeros casos de agressões a homossexuais tipificados como homofobia nas delegacias do mundo a fora, utilizando arquivos públicos da database brasileira de ocorrências policiais podemos facilmente traçar um perfil dos tipos de agressões a homossexuais, e os motivos alegados pelos agressores, assim como as conclusões chegadas ao final de cada inquérito.

Para um caso ser tipificado genuinamente como homofobia, o agressor deve ter agredido a vítima pelo motivo dela ser homossexual, e não por motivos adversos, porém, o que vemos são, crimes passionais (namorado traído mata o traidor, transexual obtêm sexo por meio de fraude, o parceiro descobre e o agride e etc.), execuções por dívidas de tráfico, e acredite, até tiroteio com a PM em favela dominada pelo tráfico, e é lógico, o mais comum de todos: Os inúmeros casos de assédios contra héteros, contra namoradas de héteros, e contra filhos de héteros, onde o hétero, após avisar mais de uma vez para o homossexual parar de assediar, ele insiste, e acaba apanhando feio.

Como podemos ver, todos os casos acima são crimes, porém, nenhum deles pode ser tipificado como homofobia, e eles somam cerca de 99,9% dos casos, os 0,1% restantes, quando pegos, foram diagnosticados com algum transtorno psiquiátrico, e como Doidos no Brasil não podem ser incriminados, podemos dizer com toda propriedade que Homofobia não existe, e que não passa de um termo inventado com o objetivo de atacar opositores políticos e ideológicos.

Vale lembrar que, os casos mais comuns de agressões onde o movimento LGBT tenta a todo custo tipificar de homofobia, na verdade podem ser tipificados como legítima defesa, pois o suposto agressor apenas está repelindo o assédio cometido contra si, contra sua esposa ou contra seus filhos, o que se torna um paradoxo, já que, ao mesmo tempo que agressão física é crime, nesse caso, o agressor apenas está tentando repelir um crime maior, que seria o assédio sexual.

Vale lembrar que nós somos completamente contra a violência física contra quem quer que seja (exceto em casos de legítima defesa é claro, nós não somos burros), defendemos que o diálogo sempre deve ser a primeira coisa a ser tentada em casos de conflitos, e que esses conflitos, de preferencia fiquem apenas no campo das idéias.

E é nesse pensamento que chamamos o movimento LGBT a refletir… Tem sido uma das táticas mais usadas pelo movimento LGBT, a tática de procurar impactar a sociedade, como se isso fosse algo bom, pois a própria ideia de impacto já sugere violência, e é claro que a Sociedade nunca reage bem quando é tratada com violência.

Não seria a hora do movimento LGBT mudar de tática?
Que tal parar de tentar a todo custo doutrinar crianças pequenas desrespeitando os direitos dos pais e os da criança!
Que tal parar de assediar héteros na rua, parar de assediar as namoradas(os) alheias, parar de assediar os filhos alheios, e porque não parar logo de esfregar a sexualidade na cara de todo mundo e procurar ser respeitado por algo mais produtivo?
Héteros não são considerados normais por serem héteros, mas sim, porque ao invés de sair esfregando a sexualidade na cara dos outros, procuram ser respeitados pelo que fazem de bom na vida, se os militantes gayzistas  querem ser considerados normais, terão que rever sua abordagem, pois tudo que tem conseguido até o momento é gerar mais preconceito.

Nós somos contra o preconceito, porém, muitos preconceitos poderiam ser eliminados da face da terra simplesmente parando de esfregar ele na cara da sociedade!

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